Ingrid Fernandes – BC turma T3- Aula 03

Aula 03- nessa aula foi reforçado sobre RCP, em crianças e adultos. Também foi falado sobre DEA que funciona através de eletrodos autoadesivos que são fixados no tórax do paciente, e esses eletrodos estão disponíveis nós modelos adulto e infantil.
Antes de tudo deve identificar se a vítima está sem sinais vitais , se identificar a ausência de sinais deve chamar por ajuda 192/193. Em seguida deve ligar o DEA e seguir os passos a passos do aparelho, em crianças o eletrodos é conectado um no tórax e outro nas costas. Em adulto deve posicionar a placa direita abaixo da clavícula e o da esquerda nas últimas costelas.
Deve ficar atento a um detalhe em obesos e gestantes usar uma placa no tórax e outra na parte de trás, e o procedimento é feito da mesma forma. Ao se deparar com uma vítima sem sinais vitais, deve Checar se a vítima responde, devemos chamar 3 vezes e se a vítima não responder deve solicitar ajuda. E daremos inicio com o uso do DEA. Expor o tórax da vítima, posicionar a mão em formato de C e usar o umbu , abrir as vias aéreas e observar se não tem nenhuma obstrução. Colar os eletrodos no tórax da vítima , ligar o DEA e se afastar. Se a vítima estiver sem sinais vitais, devemos iniciar as manobras de RCP, fazer 5 ciclos aonde o DEA vai verificar se a vítima está em ritmo chocavel, caso esteja no ritmo, pressionar o botão que vai estar piscando.
Foi falado sobre as macas, a prancha pode ser de madeira naval ou de plástico polietileno, as pranchas na parte traseira tem uns pezinhos que se chama ALMA, no qual tem duas finalidades, uma para a integridade da vítima e a outra como apoio para o socorrista. É colocado os cintos para que a vítima esteja segura, a prancha é um material de troca.
Foi falado um pouco sobre os EPI… Faixas , óculos, máscaras ,luvas, gases. Os colares cervical os tamanhos deles são classificados por cor, o Head block serve para evitar que a vítima faça movimentos de NÃO, e o colar cervical vai impedir que a vítima faça movimentos de SIM.

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