Amanda Martineli – APR – T4 Cesio 137

O Césio 137 foi conhecido como o maior acidente radioativo do mundo em área urbana que ocorreu em 13/09/1987 no centro de Goiânia. Dois trabalhadores ao entrarem em uma clínica médica abandonada se deparam com um equipamento que eles achavam que continha chumbo porém era um bomba de Césio 137 utilizado para radioterapia que também era composto de chumbo e metal. Levaram o equipamento até a casa de um deles e começaram a desmonta-lo, depois de romperem o lacre o matei ficou na casa do mesmo até o dia 18/09 logo após venderam a peça ao ferro velho onde conseguem desmontar a peça. Ao notar uma luz o dono do ferro velho se dirige até ela onde ele diz ” me apaixonei pelo brilho da morte” e leva a peça para casa onde mostra a sua esposa o pó brilhante que continha dentro do mesmo, e que ele foi distribuído para os amigos e parentes mais próximos que foram atingidos drasticamente por ter contato direto com o Césio. O dono leva a peça para todo canto ate que ele e sua esposa começaram a sentir os sintomas, seu irmão te tinha tido contato com o pó era motorista de ônibus onde acabou contaminando centenas de pessoas. Se for digerida em quantidades pegue as pode se desenvolver o câncer já em grandes quantidades se desenvolve a doenças da radiação. Depois de alguns dias começam a desconfiar que os sintomas podem ser causados pelo pó onde levam a peça até a vigilância sanitária de ônibus onde contaminam centenas de pessoas no trajeto, desconfiado que poderia ser algum elemento radioativo foi notificado um físico da secretaria de saúde e a comissão nacional de energia nuclear (CNEN). Depois de constatado a suspeita foi decretado o situação de emergência. Foram levados todos o contaminados ao estádio olímpico onde foi feito a primeira triagem se constatado a contaminação eram enviados ao hospitais para obterem cuidados e quantos algumas pessoas eram liberadas outras passavam por uma segunda avaliação. Para os oficiais de polícia desceram que os mesmos estavam contendo um vazamento de gás, as pessoas fizeram fila no estádio para serem testadas onde eram separadas pelos níveis de contaminação muitas pessoas foram obrigadas a tirarem sua roupas contaminadas, “para muito sendo tratadas pior que lixo”, logo depois começaram a entras nas casa e retirarem seus pertences e até mesmo animais de estimação que estivessem contaminados. Muitas pessoas tinha preconceito contra aqueles que estavam contaminados, onde foi criado até uma companha para denuncias de descriminação. No começo de Outubro o pacientes mais graves eram transferidos para o Hospital Naval Marcílio Dias (HNMD) onde tiveram que raspar o cabelo e serem submetidos a 10 banhos descontaminastes por dia, onde alguns chegaram a falecer onde foram enterrados em caixões blindados, onde chegou a ter protesto para que o enterro não acontece se pois tinham medo de contaminação, o que fez com que fosse enterrados em uma área isolada do cemitério. Em julho de 1992 os médicos e o físico responsáveis pela clínica foram encontrados e condenados por homicídio culposo com pena de 3 anos em regime semiaberto. Durante 10 anos os lixos radioativos gerados do incidente ficaram expostos em tambores a céu aberto em um município de Goiás até ser transferido para um deposito subterrâneo.

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