Anotação de Aula

Nesse vídeo aula aprendi sobre a Parada Cardiorrespiratório, aonde se for identificado em primeiro momento que essa vítima esta sem respirar e sem pulso é necessário iniciar a manobra RCP (reanimação cardiopulmonar), a probabilidade de reverte essa parada é muito grande, nela podemos contar com esse dispositivo que se chama ressuscitado manual. Esse ressuscitado manual é composto por uma máscara, um dispositivo e um reservatório, onde tem a entrada do ar para administrar o oxigênio na vítima. É preciso posicionar a mão em forma de C em cima do dispositivo, quando a vítima se encontrar no solo, é necessário colocar a mascara na vitima, vedar e fazer a abertura da vias aéreas, ventilar duas vezes para vê que o ar passa, passando o ar na expansão torácica, sinal que esta vítima não esta com obstruções aéreas, a partir disso, vamos iniciar a manobra de reanimação, onde são 30 compressão, por duas ventilações (isso se a vítima for um bebê). O socorrista vai fazer as compressões com os dedos indicador e médio (ou anelar e médio), ao centro do tórax, na linha imaginaria do mamilo. Lembrando que é necessário 5 ciclos com 30 compressões e 2 ventilações. Ao terminar esse ciclo da em media 2 minutos, logo em seguida é de extrema importância verificar o pulso braquial da vítima (bebê). No adulto é o mesmo procedimento, porém o dispositivo se trata-se de um dispositivo tamanho maior, onde se faz novamente o movimento C, colocando a mascara na vítima, faz a abertura da vias aéreas (levanta a cabeça da vítima) e ventila-se duas vezes para iniciar a reanimação cardiopulmonar (RCP), se o ar passa na expansão torácica, é sinal que as vias aéreas não estão obstruída. Aprendi também sobre DEA – DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMATICO, que apesar do nome, o mesmo é um dispositivo semiautomático, onde serve para identificar um ritmo de parada chocado, sendo taquicardíaca ventricular ou fibrilação ventricular, ele ira indicar para o socorrista que há necessidade para o choque, apertando no botão (desenho de coração). Devemos identificar que a vítima esta sem os sinais vitais, que ela não tem pulso e ela não respira. Identificando a ausência de sinais vitais, devemos pedir por ajuda, ligar o DEA e seguir passo a passo as orientações do aparelho. Ele vai pedir pra você checar a expansividade, abrir as vias aéreas, utilizar o famoso ambu (ressuscitador manual), ventilar 2 vezes a vítima para ter a certeza de que não há obstruções da vias aéreas. Logo em seguida, colocar uma par no tórax da vítima. Já no uso da par infantil, o conector é o mesmo, porém em alguns aparelhos, a uma chave que você pode alterar ela em infantil e adulto, onde o aparelho vai modificar a voltagem. Caso não tenha um DEA moderno ele vai ter a par infantil e a par adulta. A par infantil ela é conectada ao longo do tórax da vítima (bebê) e uma par no dorso (nas costas), assim é feito o mesmo procedimento no que é feito no adulto. Obs: Quando a vítima for obesa ou gestante, nos NUNCA deveremos coloca as par na frente do corpo da vítima, é preciso posicionar uma par no tórax e uma par no dorso da vitima, tendo a continuidade da mesma forma. Na ausência da par infantil, nos podemos usar a par adulto em bebês, fazendo o mesmo procedimento citado a cima, ou seja, conectar a par no tórax e no dorso do bebê. No caso de se deparar com uma vítima em caso clínico, ela vai estar no solo, sem pulso e sem situação abdominal, não respira. É preciso checar a responsividade (consciência) da vítima, chamando três vezes (senhor, senhor, senhor), se a vítima não responder, é necessário pedir ajuda á 192 ou 193. Nesse caso é preciso dá inicio ao atendimento, com o uso do DEA, onde é necessário cortar a roupa da vítima para expor o tórax da vítima, se a vítima conter muito pelos na região torácica, é preciso ter uma gilete para poder raspar o tórax da vítima (isso é preciso para a parte da vítima tenha uma boa aderência). Logo em seguida, fazer a aberturada vias aéreas (inclinar a cabeça da vítima), fazer 2 ventilação, para verificar se tem obstrução na vias aéreas. Nesta momento, é preciso ligar o DEA, posicionar o par no tórax da vítima. Após isso, é preciso tirar as mãos da vítima, ligar o DEA, é aguarda para que o DEA cheque se há um nível chocado, onde a vítima vai ser encontrada com taquicardia ventricular ou fibrilação ventricular, após checar a expansividade da vítima, fazer a expansão do tórax e verificar se a vítima tem pulso e se há expansão torácica ou expansão abdominal (ou seja, verificar se a vítima respira), se não houver, é preciso iniciar uma RCP, onde se faz 30 compressões por 2 ventilações (usando o ressuscitador manual). Então o socorrista deve posicionar sempre com uma mão sobre a outra, vai no centro do tórax, sempre com os cotovelos esticados, vai soltar o peso para contrair 30 vezes. Ao fazer 30 compressões, logo em seguida, fazer a abertura da vias aéreas e fazer 1 ventilação a cada 5 segundos, neste momento, retorna para fazer mais 30 compressões, esse procedimento vai seguir durante 5 ciclos (aproximadamente 2 minutos), então é preciso fazer novamente a checagem da vítima pelo DEA e ele ira dizer se a vítima esta em um nível chocado. Se a vítima ainda estiver em um nível chocado, o socorrista devera apertar o botão do DEA para iniciar um choque na vítima e iniciar imediatamente as compressões, para dá o ritmo correto ao coração. Caso não necessite pressionar o botão para dá o choque, nos vamos checar se a vítima tem pulso, se não tiver pulso se iniciar também um ciclo de 30 compressões por duas ventilações. Além de tudo isso, pude observar como é feito o transporte da vítima de forma correta, onde é necessário transportar e imobilizar algumas vítimas, principalmente em atendimentos de traumas, nesse caso, nos sempre precisamos utilizar o colar cervical e pranchar a vítima (colocar em cima da prancha), pois assim a sua coluna cervical estará estabilizada e usar o red block. Agora na parte clínica, vamos usar a prancha rígida também, para poder estabilizar a vítima e fazer as compressões, por que sempre que a vítima estiver tendo uma parada cardiorrespiratório (PCR), é preciso fazer as compressões no tórax, desde que a vítima esteja em uma parte rígida. A prancha ela é um material de troca, tanto ela pode ser de madeira naval como de plástico polietileno, a mesma tem uma parte sobressalente (um volume maior) na parte traseira, que serve para sustentar o peso da vítima, não permitindo que a prancha se quebre e a segunda finalidade é para que o socorrista, quando a prancha estiver no chão, possa apoiar sua mão a prancha sem prender a mão no chão e sem se machucar. Contem os cintos para que a vítima esteja segura e para que não haja perigo de queda durante seu transporte, posicionar o red block onde tem as duas bases e tirantes, que vai fixar a cabeça da vítima e a lateral do red block que vai impedir que a vítima mexa a cabeça para os lados. A prancha é um material de troca, por tanto, o socorrista pode chegar no hospital e em uma finalidade de ganhar tempo, deixar sua prancha com a vítima e tendo uma outra prancha no hospital (uma prancha reserva), pode pegar ela é fazer uma troca. É pude aprender o essencial sobre os materiais utilizados para o primeiro socorros, , tanto trauma, como atendimentos clínicos. Falando de primeiro socorros, nos precisamos sempre se atentar ao meio de segurança, ao uso de equipamento de uso individual. Tais como, óculos, do qual contém dois modelos, sendo um mais simples, porém tem como regular as hastes (perna do óculos) de acordo com o socorrista que for utilizar. e um outro que contém o elástico, deixando mais pratico, deixando a parte de cima e de baixo maior, e faz que os olhos fiquem bem vendados, sem correr o risco de contaminação. Tem também a máscaras de procedimento, da qual a mais importante é sendo a mascara N95, que ela trás uma proteção maior para o sistema respiratório e contém 95% de micro partículas suspensas no ar. Além das mascaras, temos também as luvas, que são de extrema importância, como sabemos, tem a luva mais comum, da qual contem talco dentro, e tem luvas para pessoas que tem algum tipo de alergia ao talco, sendo a luva na boa parte transparente, e tem a luva mais importante, sendo ela a luvas estéril, que é usada em um ato de emergência, a luva estéril vem fechada em uma embalagem, ela vem bem embalada, protegida e esterilizada, onde o socorrista tem que ter todo cuidado para efetuar a colocação das luvas. Além das luvas tem também as bandagens triangular, ela é usada para fazer curativos, e vem na forma triangular e pode ser feito para fixar as talas, no caso de uma vitima de trauma ou fazer curativos, como por exemplo, na parte da cabeça. Tem também as compressas de gazes, elas sempre vem fechadas e esterilizadas no pacote, onde é feito a abertura e utilizada totalmente, caso não seja totalmente utilizada, descartar o que sobrou do pacote. Tem também as Cânulas de Guedel que de acordo com o fabricante, algumas mudam de cor de acordo com o tamanho, onde vamos medir ela na vitima colocando o Cânulas de Guedel ao lado do pescoço para tirar a medida exata, para assim, saber qual o tamanho especifico para utilizar na vítima. Ela é colocada na boca na posição para cima, onde se encosta no palato da vítima e é feito o giro de 180° onde é feito a desobstrução da língua, e evitando que a língua obstrua a vias aéreas. Obs: Em crianças pequenas, a cânula de Guedel é inserida diretamente sobre a língua, com a concavidade para baixo, sem a rotação de 180º. Temos também as ataduras, onde contém 3 tamanhos. Temos o colar cervical onde é feito a estabilização da coluna cervical da vítima, de acordo com o fabricante, o colar de cor verde ele é tamanho G, tem o laranja tamanho Médio (M), o colar azul P (olhar sempre pra escrita, para que o colar possa se encaixar na vítima corretamente, não estando de cabeça para baixo) e tem o colar lilás que é tamanho infantil. Além dos colar cervical, tem também o acessório red block, onde deixa a cabeça da vítima estabilizada.

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