Com tudo que foi passado nos vídeos aulas, pude compreender os aspectos legais, que é muito importante, onde eu tenho que me identificar para vítima como bombeiro civil, falar meu nome e principalmente, obter o consentimento da vítima para prestar socorro, uma vez iniciado o atendimento, não posso abandonar a vítima.
Em hipótese alguma posso deixar de prestar socorro quando possível fazê-lo sem risco pessoal, caso haja algum perigo que possa me impossibilitar de prestar os devidos atendimentos, é necessário, nesses casos o socorro da autoridade pública. Caso contrario, tem uma pena, detenção de 1 a 6 meses ou multa, porém, existe um parágrafo único, se da omissão de socorro gerar lesão corporal grave a pena é dobrada, caso a vitima evolua a óbito a pena pode ser triplicada.
Quando o assunto é Biossegurança, sempre temos a necessidade, independe do atendimento, devemos ir equipados SEMPRE, pois a vítima pode transmitir alguma coisa para o socorrista e vice-versa, sendo assim, a proteção é para ambos, socorrista e vítima.
A anatomia é o estudo da forma e da constituição do corpo, onde é feita a divisão do corpo humano, as vias aéreas superiores e as vias aéreas inferiores, e o coração, que é um órgão oco, composto por músculo cardíaco estriado. Já a anatomia do sistema circulatório, é composto pelo coração, artérias, veias e capilares, tendo o sangue (rico em oxigênio) como conteúdo.
O sistema esquelético, é composto por 206 ossos, onde a suas principais funções são sustentação e conformação do corpo e a proteção dos órgãos internos. Onde sua classificação é de ossos longos, ossos pneumático, ossos curtos, ossos laminar e ossos irregular.
Referente a situações de emergência, o desmaio ou síncope, no caso, a perda de consciência temporária, pode ser causado por diversos fatores, como por exemplo, calor excessivo, entre outros, antes do desmaio a vítima costuma sentir alguns sintomas, sendo eles, tontura, fraqueza, palidez, visão escurecida, etc. Uma das principais conduta que o socorrista deve tomar, é segurar a vítima para que ela não caia, e caso a vítima esteja sentada, é necessário pedir que a vítima curva-se, para que o socorrista possa fazer pressão em sua nuca com a mão. Lembrando que a elevação dos membros inferiores é inutilizado, pois não sabemos a causa do desmaio.
Epistaxe ou sangramento nasal, nesse caso, é preciso comprimir a narina em sangramento por cerca de 5 minutos e utilizar compressas umidificadas com água gelada sobre a face.
Vertigem, é a sensação de que os objetos em volta da vítima estão se mexendo, onde a vítima pode ter alguns sintomas como, zumbidos e até mesmo surdez, náusea e vômitos, porém aparenta está lúcida, nesse caso, a conduta certa a ser feita é posicionar a vítima em decúbito dorsal e caso a vítima apresente enjoo, posicionar em decúbito lateral para evitar a bronco aspiração.
Em caso de crises convulsivas, é ocasionado pelo descontrole no SNC, e durante as crises convulsivas a vítima perde a consciência, em caso de epilepsia controlada, a crise pode ocorrer por falta de medicamento, devemos tomas sempre cuidado com a pós-convulsão, durante a crise devemos afastar os curiosos, objetos e frouxar as roupas da vítima, apoiar a cabeça da vítima (isso, sem impedir seus movimentos), sempre deixando a vítima em decúbito lateral. Lembrando-se de nunca colocar os dedos na boca da vítima. A crise pode ser considerada grave quando possui uma duração superior à 5 minutos, suspeita de trauma na cabeça, consciência rebaixada e dificuldade respiratória. Sempre observar o tempo que as crises duram e os intervalos.
Referente a diabetes, existe a tipo 1 e tipo 2, a tipo 1 ocorre abruptamente a deficiência de insulina, já a tipo 2 ocorrem em pessoas superior a 35 anos e com excesso de peso, mas pode ser controlados por meios de dieta, exercício e redução de peso.
Caso a vítima tenha as vias aéreas obstruída, quando um alimento/corpo estranho com maior diâmetro é retido na traqueia, é denominado OVACE (engasgo). Neste caso, o socorrista pode pedir para vítima tentar tossir, forçando a tossi, caso a vítima continue engasgada, é preciso iniciar a manobra do desengasgo, lembrando sempre de ficar com a perna lateralizada entre as pernas da vítima. É preciso efetuar as compressões até desobstruir ou a vítima ficar inconsciente, quando à ausência de sinais vitais, temos sempre que priorizar a RCP. Agora se a vítima for um bebê, é preciso aplicar 5 golpes entre a escapula e 5 compressões torácica, e caso o bebê fique inconsciente e sem sinais vitais, também é necessário iniciar a RCP utilizando apenas dois dedos, é sempre com os dedos retos.
Em casos de acidente vascular encefálico, pode ocorrer por dois motivos, hemorragia, ruptura da artéria, ou isquemia que é a obstrução da artéria cerebral.
As doenças coronarianas pode ser causadas por hereditariedade, tabagismo, hipertensão, sedentarismo, diabetes e alimentação gordurosa. Nessa ocorrência, devemos sempre manter a atenção, pois a vítima pode apresentar desconforto gástrico, palidez e sudorese sem dor torácica, nesse caso ela pode estar em um quadro de infarto e não devemos permitir que a vítima faça nenhum tipo de esforço físico.
Em casos de Parada Cardiorrespiratório, é preciso iniciar a manobra de reanimação cardiopulmonar (RCP), pois a possibilidade de reverte essa parada é muito grande. Para fazer RCP é preciso do ressuscitador manual, é preciso fazer a abertura das vias aéreas, e ventilar duas vezes pra vê se o ar passa na expansão torácica, se passar, é sinal que as vias aéreas não estão obstruída, podendo começar a RCP.
Para poder utilizar o DEA, devemos identificar se a vítima esta sem os sinais vitais, que ela não tem pulso e ela não respira, após essa verificação, é preciso ligar o DEA, e seguir passo a passo das orientações do aparelho. O socorrista deve abrir as vias aéreas e utilizar o ambu para certificar-se que não à obstrução, em seguida colocar a par no tórax da vítima. Mas se a vítima for obesa, gestante ou bebê é preciso colocar as par no tórax da vítima e uma par no dorso, tendo a continuidade da mesma forma. Feito isso é preciso tirar as mãos da vítima para que o DEA possa checar se a vítima se encontra com taquicardia ou fibrilação ventricular, após isso, devemos verificar a expansão torácica e se a vítima tem pulso, se não houver é preciso iniciar uma RCP, após a RPC, é preciso checar novamente o nível chocado da vítima.
Para que o transporte da vítima seja bem sucedido, é preciso colocar o colar cervical e pranchar a vítima, para que sua coluna cervical esteja estabilizada, e usar o red block para impedir que a vítima mexa a cabeça para os lados.
Em caso de Hemorragia, temos a hemorragia externa e a interna, onde nunca podemos afirmar a hemorragia interna, apenas suspeitar, já que não podemos visualizar o sangramento. Já a hemorragia externa precisamos controlar, expondo o local da lesão, verificar o tipo de ferimento e material à ser utilizado no controle do sangramento (se for o caso de precisar trocar as compressas utilizadas, é preciso trocar da segunda em diante). Mas se a hemorragia for nos membros superiores, eu posso elevar o membro superior para diminuir o fluxo da hemorragia. O torniquete é uma medida para poder controlar o sangramento, quando você não conseguir controlar a hemorragia, é preciso marca o horário que foi feito o torniquete, lembrando-se sempre que o torniquete só pode ser retirado em um ambiente hospitalar.
A fratura tem a classificação de fratura fechada, onde a pele íntegra, ou fratura aberta, comunica-se com o meio externo. É preciso lembrar que sempre quando for necessário se referir a uma fratura fechada, não podemos jamais confirma que esta fratura esta realmente fechada, apenas um médico pode dá essa certeza. No caso de fratura, é bom sempre imobiliza a vítima para que não haja serias complicações.
Se houver um objeto perfurando o olho da vítima, é necessário tampar os dois olhos para que não traga complicações ao olho atingido.
Se for preciso fazer uma amputação, é necessário controlar a hemorragia, aplicável torniquete (caso haja a necessidade de mais Torniquetes, aplicar até a hemostasia completa), feito isso, é preciso colocar a parte amputada em um saco estéril e deixar em um local refrigerado, pois se tiver contato direto com o gelo, pode haver queimadura na parte amputada.
Referente a queimaduras, exista a 1°, 2°, 3° e 4° grau, a queimadura de 4° grau carboniza, levando a amputação de membros ou levando a vítima a óbito, para saber a porcentagem que o corpo da vítima foi queimado, é necessário utilizar a regra do 9, tanto em adulto, como em bebês. Caso a vítima esteja com fogo nas vestes, o correto a se fazer é o abafamento das vestes, para conter o fogo. Assim que o fogo for contido, é preciso tirar as roupas que estiverem queimadas, as vítimas de queimaduras, não podem beber água, pois pode dar choque térmico. Em queimaduras elétricas, podemos observar um ponto de entra e um ponto de saída.
Em caso de parto de emergência, o socorrista precisa entender que o parto vai acontecer, é que a função dele é ajudar a recepcionar o RN, e caso surja qualquer imprevisto, ele vai poder ajudar o RN e a gestante. No entanto, quando a gestante entrar em trabalho de parto, devemos sempre fazer a avaliação com a mesma, pois precisamos saber se à recomendações médica, é de extrema importância, que após a expulsão do feto, o socorrista aguarde a placenta sair, para poder transporta junto com a gestante e o bebê para o hospital. Lembrando sempre de deixar a gestante na posição ginecológica enquanto estiver em trabalho de parto, cobrindo o anus na gestante, pois caso tenha qualquer secreção, impedi de ter contato com RN.
Durante a expulsão do RN, o socorrista precisa segurar a cabeça do mesmo, sem puxa-lo ou colocar força, é apenas para dá o suporte para que o RN não caia. Se o cordão umbilical estiver enrolado no pescoço do RN, é preciso colocar o dedo para tentar libera-lo, mas com muito cuidado, se o cordão estiver bem apertado, é necessário colocar dois clamps para efetuar o corte do cordão umbilical, caso contrario, o RN morre de asfixia. Se o RN nascer envolvido no saco amniótico, é preciso apenas pinçar o saco para ser rompido, e se o RN não chorar, é preciso dá “tapinhas” na planta dos pés ou massagear com os dedos a região do dorso..
Após seu nascimento, é preciso limpar o RN e também fazer a aspiração na boca e no nariz (começando a aspiração sempre pela boca) em seguida cobri-lo para que o mesmo não tenha choque térmico, feito isso, é preciso mostrar para mãe o RN e mostrar também as partes genitais.
Caso o RN não tenha sinais vitais é preciso iniciar imediatamente a RCP. para fazer o corte do cordão umbilical, é preciso colocar um clamps com diferencia de 4 dedos do umbigo do RN e o outro clamps, é preciso colocar após 3 dedos de diferencia do primeiro, o corte deve ser feito de baixo para cima, para não ter jato de sangue na direção do rosto do socorrista, se por algum motivo, não tiver possibilidade de corta o cordão umbilical, é preciso manter o RN no mesmo nível que a mãe, enquanto o socorrista aguarda a expulsão da placenta, após a expulsão, é preciso colocar a placenta em um material estéril e deixar a cerca de 30 cm acima do RN.
Em caso de parto múltiplos, o procedimento é o mesmo com o segundo bebê, porém, assim que o primeiro bebê nascer, é preciso corta o cordão umbilical antes do nascimento do segundo RN.
Caso haja um prolapso de membro, é preciso introduzir os dedos no canal de nascimento, para que assim o bebê possa respirar adequadamente, pra isso, o socorrista deve provisionar os dedos a cada lado da narina do RN, para que assim ela possa respirar. É de extrema importância colocar a pulseira que vem no kit parto, no braço do bebê, com a data e horário do nascimento, e com o nome da mãe.