Anotação de Aula

Portanto, antes de iniciar qualquer ação, é importante reconhecer a parada cardíaca. O indivíduo nessas condições dificilmente está respirando, não responde perguntas nem estímulos externos. O socorrista precisa observar se o peito se move, se há ruídos que indiquem respiração ou sentir se há saída e entrada de ar na boca da pessoa afetada. Não percebendo qualquer resposta ou sinal, é preciso solicitar ajuda e a reanimação deve ser iniciada imediatamente.

Logo, deve ser ativado o sistema de resposta de emergência e, havendo a possibilidade, utilizar um desfibrilador. Isso porque um desfibrilador externo automatizado (DEA) identificará, por meio do choque elétrico (desfibrilação), o ritmo cardíaco da pessoa afetada. O DEA detecta qualquer ritmo anormal do coração, causado pela parada cardíaca. E o corrige pelo choque, fazendo com que o coração volte aos batimentos normais.

Caso o uso do DEA não dê os resultados esperados e a pessoa não responda, permanecendo em parada, novos procedimentos devem ser efetuados. O socorrista, primeiramente, inicia o suporte básico à vida, efetuando 30 compressões torácicas à frequência de 100/min; então, abre a via respiratória (elevando o queixo e inclinando a testa para trás) e faz duas respirações com Embu

O ciclo de compressões e respirações é contínuo (Técnicas de RCP para profissionais de saúde) sem interrupção e, preferivelmente, cada socorrista descansa a cada 2 min.

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