O socorrista deve se manter calmo, pois o parto ocorrerá de forma natural, ele estando ali ou não, porém sua presença se faz necessária para garantir o amparo ao RN e melhores condições de higiene e segurança para a parturiente e o bebê.
O socorrista deve se paramentar com EPI,s apropriados para a realização do parto e acionar o serviço de emergência.
Se faz necessário verificar se o parto é iminente contando o intervalo de contrações, se o bebê está
coroando e se a mãe está com intensa vontade de evacuar.
Acalmar a parturiente, se identificar como socorrista, fazer uma pequena entrevista, perguntando o nome e a idade dela, questionar a respeito da saúde dela e do bebê. Se foi feito o pré natal. Verificar também se é o primeiro parto, pois se for o primeiro parto, o mesmo será mais demorado. Verificar se a bolsa com o líquido aminiótico foi rompida e observar a cor deste líquido, pois sua cor natural é branco opalescente, quando a sua cor está esverdeada o bebê está em sofrimento, pois há presença de mecônio.
Não permitir que a paciente vá ao banheiro, não tentar forçar ou acelerar o parto, ter ciência que o trabalho de parto é algo que pode levar horas e só termina com a expulsão da placenta. A placenta deve ser colocado em saco estéril e ser levada junto com a mãe e o bebê para o hospital.
A mãe deve ser preparada para o parto em local reto cama ou chão, utilizar materiais descartáveis que contém no kit de parto de emergência, como lençóis, etc. Fazer assepsia na genitália da mãe para evitar infecções para ela e o bebê.